Pichinin Acme Alliance - processo de reciclagem

Reciclagem infinita

Você sabia que o alumínio pode ser reciclado infinitamente sem perder suas propriedades?

Na Pichinin – Acme Alliance, a sustentabilidade não é apenas um discurso — ela faz parte da nossa rotina industrial.

Todo o alumínio utilizado na fabricação de peças passa por um ciclo inteligente de reaproveitamento. As sobras geradas na cadeia produtiva são totalmente recicladas, retornando ao processo produtivo e reduzindo desperdícios.

Esse modelo fortalece toda a cadeia industrial:
• Redução de resíduos
• Uso mais eficiente de recursos naturais
• Processos produtivos mais inteligentes
• Menor impacto ambiental

O alumínio é um dos materiais mais recicláveis do mundo — e quando tecnologia e responsabilidade caminham juntas, o resultado é uma indústria mais eficiente e sustentável.

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Latas de alumínio X meio ambiente

Reciclagem evita emissão quase 2 milhões de toneladas de gases de efeito estufa no Brasil

Há 17 anos, a Global Footprint Network calcula e anuncia o Dia de Sobrecarga da Terra, conhecido por determinar o momento em que a demanda anual da humanidade por recursos naturais excede a capacidade que a Terra tem de regenerar esses recursos naquele mesmo ano.

Para 2023, a data calculada foi o dia 2 de agosto, com o marco brasileiro no próximo dia 12 de agosto, e aciona alertas acerca da incompatibilidade do estilo de vida das pessoas com o meio ambiente, que pode ser evitado a partir da adoção da economia circular.

Nesse quesito, a lata de alumínio é exemplo prático e demonstra como podemos consumir sem impactar a extração de recursos naturais do planeta de forma excessiva. Por isso, a Ball Corporation, líder mundial em embalagens sustentáveis de alumínio, trouxe uma lista sobre mitos e verdades da embalagem.

“De acordo com os cálculos da Global Footprint Network, a demanda dos humanos corresponde a mais do que 1,6 Terras, e os dados alertam um consumo equivalente a dois planetas bem antes de chegarmos à metade deste século. É contra isso que a Ball trabalha. Queremos desacelerar e inverter esse cenário, fazendo nossa parte como líderes do setor e seguindo nosso Plano de Transição de Climática, documento detalhado que nos guia com estratégias e ações em direção ao cumprimento de nossas metas de sustentabilidade e a um futuro de compatibilidade entre nossas vidas e a vida do planeta. O despertar pela necessidade de escolhas mais sustentáveis faz com que a lata de alumínio, que cabe na palma da mão do consumidor, carregue muito além da bebida: uma trajetória infinita, exemplo de economia circular”, comenta Estevão Braga, Diretor de Sustentabilidade da Ball para América do Sul.

MITO

O alumínio reciclado não representa uma quantidade relevante e a demanda pelas latinhas só favorece a extração de alumínio primário.

O alumínio reciclado desempenha um papel importante na indústria do alumínio e contribui significativamente para a redução da demanda por alumínio primário, além de ter um preço mais atrativo para as empresas. Isso, somado à qualidade do alumínio e sua possibilidade infinita de reciclagem sem nenhum tipo de perda de suas propriedades, explica o fato de que 75% de todo o alumínio já produzido no mundo ainda está em circulação. Adicionalmente, cerca de 80% do alumínio usado na produção de latas pela Ball é alumínio reciclado.

VERDADE

O processo de reciclagem da lata apresenta diversos benefícios ambientais significativos.

A reciclagem da lata consome muito menos energia do que a produção de alumínio primário, 95% a menos para ser mais exato, o que resulta em uma menor emissão de gases de efeito estufa. Com a mais recente taxa de reciclagem da latinha no Brasil – o marco histórico de 100% de reciclagem em 2022 – o País evitou a emissão de 1,8 milhões de toneladas de gases de efeito estufa. Além disso, a reciclagem de alumínio economiza recursos naturais, reduz a quantidade de resíduos e ajuda a preservar as reservas de bauxita, que é a principal fonte de alumínio primário.

MITO

A lata de alumínio é reciclável, mas não é tão reciclada.

Hoje a lata de alumínio é conhecida por ser a embalagem mais amiga do meio ambiente, por ser 100% e infinitamente reciclável – ou seja, o processo de reciclagem não altera propriedades do material, o que permite que o alumínio não sofra downcycling, nome dado a um material que perde qualidade no processo de reciclagem e só pode ser utilizado em produtos de menor valor agregado, o que acontece com outras embalagens. O ciclo de vida da lata ainda é um exemplo de avanço a curto prazo, já que é de somente 60 dias. Na prática, se hoje uma lata sai dos comércios, é consumida e descartada corretamente, em cerca de dois meses, ela voltará para as prateleiras como uma nova lata.

MITO

Toda lata retorna como lata depois da reciclagem.

Esse mito não representa algo negativo: como o alumínio não perde propriedades durante o processo de reciclagem, é comum que uma chapa do material reciclado se destine para fabricação de peças para eletrônicos ou carros elétricos, por exemplo. Inclusive o alumínio nesses produtos pode se tornar uma lata de novo no futuro. De qualquer maneira, empresas deste setor tem se esforçado para fazer com que a quantidade de alumínio reciclado só aumente. A Ball, por exemplo, é líder mundial em embalagens de alumínio e dona de cerca de 40% do mercado nacional de latas. A empresa tem a meta formal de atingir, mundialmente, 85% do conteúdo reciclado por lata até 2030, e no Brasil, esse número já ultrapassa os 80%.

VERDADE

A lata de alumínio ajuda a incrementar a renda de cerca de um milhão de famílias.

Por ter um preço mais atrativo, o alumínio é um dos materiais favoritos dos catadores – entre 2005 e 2021 – foram mais de 20 bilhões de reais gerados de renda adicional para esses campeões da economia circular, segundo a Abralatas.

MITO

Latas de alumínio afetam o sabor das bebidas.

Na verdade, as latas de alumínio são revestidas internamente com uma resina aprovada pela Anvisa, para proteger o líquido e garantir que não haja interação entre o alumínio e o produto. Portanto, o sabor não é afetado pelo alumínio, e o envase ainda oferece uma proteção para que o gosto da bebida não seja alterado pela incidência de raios UV.

VERDADE

Hoje em dia se vê “de tudo” na lata!

O crescimento do mercado de latas de alumínio e a demanda dos consumidores por produtos mais sustentáveis impulsionou o lançamento de novas categorias na lata. Atualmente não são só as bebidas tradicionais do envase, como cerveja, energético e refrigerante, são encontradas. O mercado já abrange café, vinho, drinks prontos, sucos e água.

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A cadeia do alumínio no Brasil teve uma taxa de 100% de reciclagem no país

100% reciclado!

Desde 1972, por determinação da Assembleia Geral das Nações Unidas, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente em 5 de junho. Na mesma semana, desde 1992, é celebrado também o Dia Mundial dos Oceanos em 8 de junho.

Nestas datas estão concentradas algumas das maiores discussões sobre mudanças climáticas, impactos na natureza, descarbonização e a necessidade de reverter um cenário em que a Terra sempre foi tratada como fornecedora de recursos infinitos.

Neste contexto, destacam-se iniciativas para uma economia cada vez mais circular – ou seja, que o descarte de resíduos não signifique seu destino final ou algum material de menor valor agregado, mas ressignifique o consumo a partir da reciclagem.

Em maio deste ano, foi anunciado um marco histórico da reciclagem no Brasil: pela primeira vez, 100% das latas de alumínio produzidas foram recicladas, segundo a Abralatas. Na prática, entende-se que todas estas embalagens foram descartadas de maneira correta, destinadas à reciclagem e, então, transformadas em novas latinhas, prontas para ocupar prateleiras e disponíveis para consumo – um exemplo perfeito de economia circular.

O caminho até esta conquista foi longo e envolve uma soma de fatores que colocam a reciclagem do alumínio no país como consistente. Enquanto o Brasil registra aumento de 80% no consumo da latinha em uma década (2011 a 2021), estando entre os três maiores fabricantes da embalagem em todo o mundo, o país também registra taxas de reciclagem acima dos 90% há anos.

O fato de a embalagem ser total e infinitamente reciclável é importante, mas toda a cadeia é fortalecida com uma cultura de reciclagem da embalagem que vai desde a fabricação da lata de maneira responsável, até o trabalho dos catadores e das empresas recicladoras. Hoje, cerca de 75% de todo o alumínio já produzido no mundo ainda está em circulação.

Em missão de descarbonização de seus negócios, a Ball Corporation, principal fabricante de latas de alumínio no mundo, destaca o mercado brasileiro como um dos mais avançados em suas metas globais de sustentabilidade.

“Junto com nossos objetivos divulgados em 2021, também lançamos nossa visão para a indústria que propõe um trabalho em conjunto entre marcas, varejistas e fabricantes de embalagens de alumínio, para fazer com que estes recipientes atinjam um índice de reciclagem global de mais de 90% e uma média de conteúdo reciclado por embalagem de até 85%. O Brasil é um mercado que caminha à frente e serve como exemplo, com taxa de 100% de reciclagem e contribuindo para o marco que já alcançamos na América do Sul de, hoje, trabalharmos com latas produzidas com mais de 75% de alumínio reciclado por unidade”, declara Estevão Braga, Diretor de Sustentabilidade da Ball para América do Sul.

Recentemente, a empresa divulgou o seu Plano de Transição Climática para o cumprimento de metas 2030 e 2050, listando possíveis e cenários e ações para contribuir com um mundo mais sustentável em acordo, também, com o Pacto Global da ONU.

Como parte da cadeia, o consumidor assume um papel importante nesta jornada que, apesar de otimista, ainda tem um caminho a ser trilhado. Com cada vez mais categorias de bebidas disponíveis na latinha – como água, drinks, vinho, café, além dos já tradicionais sucos, refrigerantes, energéticos e cervejas –, uma simples decisão feita nos corredores do mercado pode significar um impacto positivo para uma cadeia que se mostra cada vez mais fortalecida, baseada em um material sustentável que permite a conciliação da vida humana com o meio ambiente de maneira saudável.

Fonte: Ball Corporation.

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Até pra água!

Já conhecida como a embalagem tradicional das cervejas, refrigerantes e energéticos, a lata de alumínio vem ganhando espaço entre outras bebidas no Brasil, como vinho, café, drinks prontos e água mineral.

Bebidas em lata agregam às marcas e consumidores mensagens de sustentabilidade dentro da agenda ESG e, neste cenário, a Ball Corporation é responsável pela introdução de novas categorias no mercado. A empresa é protagonista no desenvolvimento da categoria de água desde 2020, quando a primeira marca em lata chegou no Brasil e registrou o dobro de vendas até setembro deste ano em comparação ao ano passado.

Esse crescimento surge alinhado às tendências sustentáveis, com 60% dos consumidores da Geração Z tendo preocupações acerca deste tema ao escolherem marcas e produtos, segundo o Edelman Trust Barometer 2022, em seu relatório especial “A nova dinâmica da influência”.

Além disso, o aumento no consumo das bebidas em lata, apontado como 5,2% em 2021 pela Abralatas, é justificado pelas vantagens da embalagem: quando descartada corretamente, volta às prateleiras como uma nova lata em até 60 dias, sendo 100% e infinitamente reciclável, com taxa de reciclagem de aproximadamente 99% no Brasil, o que exemplifica um modelo perfeito de economia circular, além de um consumo de até seis vezes menos água durante a fabricação em comparação com outras embalagens.

“Observamos um novo perfil de consumidor nas novas gerações: muito mais atento a hábitos saudáveis para os produtos que consome. Por isso, achamos incrível quando produtos como a água em lata, conectados diretamente com mensagens sustentáveis, ganham atenção. Pensando que a água é o melhor que a natureza pode nos oferecer, imprescindível para nossa sobrevivência, a água em lata é o melhor que podemos oferecer para a natureza”, explica Hugo Magalhães, Diretor de Marketing e Novos Negócios da Ball para América do Sul. 

ÁGUA EM LATA E A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E SOCIAL

A água em lata tem se mostrado aos consumidores brasileiros como um produto ESG – com preocupações com pilares de governança, sustentabilidade social e ambiental. Atualmente, existem várias marcas de água em lata disponíveis no mercado brasileiro.

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