Latas de alumínio X meio ambiente

Reciclagem evita emissão quase 2 milhões de toneladas de gases de efeito estufa no Brasil

Há 17 anos, a Global Footprint Network calcula e anuncia o Dia de Sobrecarga da Terra, conhecido por determinar o momento em que a demanda anual da humanidade por recursos naturais excede a capacidade que a Terra tem de regenerar esses recursos naquele mesmo ano.

Para 2023, a data calculada foi o dia 2 de agosto, com o marco brasileiro no próximo dia 12 de agosto, e aciona alertas acerca da incompatibilidade do estilo de vida das pessoas com o meio ambiente, que pode ser evitado a partir da adoção da economia circular.

Nesse quesito, a lata de alumínio é exemplo prático e demonstra como podemos consumir sem impactar a extração de recursos naturais do planeta de forma excessiva. Por isso, a Ball Corporation, líder mundial em embalagens sustentáveis de alumínio, trouxe uma lista sobre mitos e verdades da embalagem.

“De acordo com os cálculos da Global Footprint Network, a demanda dos humanos corresponde a mais do que 1,6 Terras, e os dados alertam um consumo equivalente a dois planetas bem antes de chegarmos à metade deste século. É contra isso que a Ball trabalha. Queremos desacelerar e inverter esse cenário, fazendo nossa parte como líderes do setor e seguindo nosso Plano de Transição de Climática, documento detalhado que nos guia com estratégias e ações em direção ao cumprimento de nossas metas de sustentabilidade e a um futuro de compatibilidade entre nossas vidas e a vida do planeta. O despertar pela necessidade de escolhas mais sustentáveis faz com que a lata de alumínio, que cabe na palma da mão do consumidor, carregue muito além da bebida: uma trajetória infinita, exemplo de economia circular”, comenta Estevão Braga, Diretor de Sustentabilidade da Ball para América do Sul.

MITO

O alumínio reciclado não representa uma quantidade relevante e a demanda pelas latinhas só favorece a extração de alumínio primário.

O alumínio reciclado desempenha um papel importante na indústria do alumínio e contribui significativamente para a redução da demanda por alumínio primário, além de ter um preço mais atrativo para as empresas. Isso, somado à qualidade do alumínio e sua possibilidade infinita de reciclagem sem nenhum tipo de perda de suas propriedades, explica o fato de que 75% de todo o alumínio já produzido no mundo ainda está em circulação. Adicionalmente, cerca de 80% do alumínio usado na produção de latas pela Ball é alumínio reciclado.

VERDADE

O processo de reciclagem da lata apresenta diversos benefícios ambientais significativos.

A reciclagem da lata consome muito menos energia do que a produção de alumínio primário, 95% a menos para ser mais exato, o que resulta em uma menor emissão de gases de efeito estufa. Com a mais recente taxa de reciclagem da latinha no Brasil – o marco histórico de 100% de reciclagem em 2022 – o País evitou a emissão de 1,8 milhões de toneladas de gases de efeito estufa. Além disso, a reciclagem de alumínio economiza recursos naturais, reduz a quantidade de resíduos e ajuda a preservar as reservas de bauxita, que é a principal fonte de alumínio primário.

MITO

A lata de alumínio é reciclável, mas não é tão reciclada.

Hoje a lata de alumínio é conhecida por ser a embalagem mais amiga do meio ambiente, por ser 100% e infinitamente reciclável – ou seja, o processo de reciclagem não altera propriedades do material, o que permite que o alumínio não sofra downcycling, nome dado a um material que perde qualidade no processo de reciclagem e só pode ser utilizado em produtos de menor valor agregado, o que acontece com outras embalagens. O ciclo de vida da lata ainda é um exemplo de avanço a curto prazo, já que é de somente 60 dias. Na prática, se hoje uma lata sai dos comércios, é consumida e descartada corretamente, em cerca de dois meses, ela voltará para as prateleiras como uma nova lata.

MITO

Toda lata retorna como lata depois da reciclagem.

Esse mito não representa algo negativo: como o alumínio não perde propriedades durante o processo de reciclagem, é comum que uma chapa do material reciclado se destine para fabricação de peças para eletrônicos ou carros elétricos, por exemplo. Inclusive o alumínio nesses produtos pode se tornar uma lata de novo no futuro. De qualquer maneira, empresas deste setor tem se esforçado para fazer com que a quantidade de alumínio reciclado só aumente. A Ball, por exemplo, é líder mundial em embalagens de alumínio e dona de cerca de 40% do mercado nacional de latas. A empresa tem a meta formal de atingir, mundialmente, 85% do conteúdo reciclado por lata até 2030, e no Brasil, esse número já ultrapassa os 80%.

VERDADE

A lata de alumínio ajuda a incrementar a renda de cerca de um milhão de famílias.

Por ter um preço mais atrativo, o alumínio é um dos materiais favoritos dos catadores – entre 2005 e 2021 – foram mais de 20 bilhões de reais gerados de renda adicional para esses campeões da economia circular, segundo a Abralatas.

MITO

Latas de alumínio afetam o sabor das bebidas.

Na verdade, as latas de alumínio são revestidas internamente com uma resina aprovada pela Anvisa, para proteger o líquido e garantir que não haja interação entre o alumínio e o produto. Portanto, o sabor não é afetado pelo alumínio, e o envase ainda oferece uma proteção para que o gosto da bebida não seja alterado pela incidência de raios UV.

VERDADE

Hoje em dia se vê “de tudo” na lata!

O crescimento do mercado de latas de alumínio e a demanda dos consumidores por produtos mais sustentáveis impulsionou o lançamento de novas categorias na lata. Atualmente não são só as bebidas tradicionais do envase, como cerveja, energético e refrigerante, são encontradas. O mercado já abrange café, vinho, drinks prontos, sucos e água.

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Pichinin Acme Alliance

Medição precisa

Hoje vamos mostrar um dos nossos equipamentos de medição.

Através da tecnologia MCOSMOS (Software Modular para Solução Total em Medições 3D), desenvolvida pela #Mitutoyo, podemos obter #medições simples e complexas das peças produzidas.

Sua interface intuitiva, inspirada no MS OFFICE, gera elementos que permitem realizar medições, cálculos, tolerâncias de elementos e tolerâncias geométricas GD&T.

Tudo de modo rápido e com total precisão.

Mais um diferencial da Pichinin – Acme Alliance para que os seus clientes tenham sempre o melhor, quando o assunto refere-se a peças fundidas em alumínio.

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Pichinin - Acme Alliance

Tradição. Tecnologia

Orgulho do nosso time.
Orgulho do que somos.
Orgulho do nosso trabalho.

Pichinin – Acme Alliance.
Há 33 anos fazendo o melhor.
Peças fundidas em alumínio.

Conheça nossa linha de produção.
Conheça nossa história.
Faça parte.

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Pichinin - Acme Alliance

A todo vapor!

A Pichinin gosta de compartilhar com vocês momentos como este. Quando nossos equipamentos estão em pleno funcionamento.

Aqui, a todo instante, uma nova peça fundida em alumínio sai da linha de produção.

Tudo de acordo com todas as necessidades e especificações de cada cliente.

Conheça nossa história e traga o seu projeto para a Pichinin – Acme Alliance.

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Pichinin Acme Alliance

Organização é tudo

Esta é uma parte do espaço da nossa Planta Mauá onde as formas dos moldes para fundição são guardadas. Além de uma estrutura adequada para o manuseio, a Pichinin – Acme Alliance conta com uma estratégia de armazenamento segura e otimizada.

Tudo sob os olhares mais do que atentos dos nossos colaboradores. Eles cuidam de cada detalhe com muita dedicação e fazem, diariamente, a engrenagem de toda a linha de produção funcionar em total sintonia.

Parabéns a todos os envolvidos!

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Pichinin - Acme Alliance

Infraestrutura e tecnologia

Com sua planta na Rua Juraci Fernandes, 55, Mauá, a Pichinin – Acme Alliance dispõe de um amplo espaço físico para atender toda a linha de produção.

Dentro da sua metodologia, está analisar o projeto junto aos colaboradores e compartilhar as informações com o cliente acerca dos procedimentos e técnicas que serão utilizadas para a fabricação da peça em alumínio.

O planejamento também conta com a verificação de todos os detalhes e alinhamentos técnicos, tempo de entrega do lote encomendado, logística e investimento.

Com a peça piloto aprovada e conferida com a matriz, passa-se à impressão em 3D antes da confecção do molde. Feito todo este processo e estando tudo ok, é dado início à fundição.

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Pichinin Acme Alliance - Forno Torre

Forno Torre

Próprio para fusão e manutenção do alumínio, o Forno Torre da Planta Mauá da Pichinin – Acme Alliance tem alta eficiência energética e metalúrgica.

Sua capacidade vai de 1.000 kg/h a 1.500 kg/h e o controle de temperatura é preciso. Além dele, a Pichinin – Acme Alliance conta com outros fornos para atender todas as especificações dos clientes.

São mais de 3.600 toneladas/ano de fundição e ampla capacidade para atender a alta demanda de terceirização de peças fundidas em alumínio em todo o território nacional.

A Pichinin – Acme Alliance há mais de 33 anos atua nos seguintes segmentos:

  • Automotivo
  • Petrolífero
  • Telecomunicações
  • Energia
  • Moveleiro
  • Linha Branca
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A cadeia do alumínio no Brasil teve uma taxa de 100% de reciclagem no país

100% reciclado!

Desde 1972, por determinação da Assembleia Geral das Nações Unidas, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente em 5 de junho. Na mesma semana, desde 1992, é celebrado também o Dia Mundial dos Oceanos em 8 de junho.

Nestas datas estão concentradas algumas das maiores discussões sobre mudanças climáticas, impactos na natureza, descarbonização e a necessidade de reverter um cenário em que a Terra sempre foi tratada como fornecedora de recursos infinitos.

Neste contexto, destacam-se iniciativas para uma economia cada vez mais circular – ou seja, que o descarte de resíduos não signifique seu destino final ou algum material de menor valor agregado, mas ressignifique o consumo a partir da reciclagem.

Em maio deste ano, foi anunciado um marco histórico da reciclagem no Brasil: pela primeira vez, 100% das latas de alumínio produzidas foram recicladas, segundo a Abralatas. Na prática, entende-se que todas estas embalagens foram descartadas de maneira correta, destinadas à reciclagem e, então, transformadas em novas latinhas, prontas para ocupar prateleiras e disponíveis para consumo – um exemplo perfeito de economia circular.

O caminho até esta conquista foi longo e envolve uma soma de fatores que colocam a reciclagem do alumínio no país como consistente. Enquanto o Brasil registra aumento de 80% no consumo da latinha em uma década (2011 a 2021), estando entre os três maiores fabricantes da embalagem em todo o mundo, o país também registra taxas de reciclagem acima dos 90% há anos.

O fato de a embalagem ser total e infinitamente reciclável é importante, mas toda a cadeia é fortalecida com uma cultura de reciclagem da embalagem que vai desde a fabricação da lata de maneira responsável, até o trabalho dos catadores e das empresas recicladoras. Hoje, cerca de 75% de todo o alumínio já produzido no mundo ainda está em circulação.

Em missão de descarbonização de seus negócios, a Ball Corporation, principal fabricante de latas de alumínio no mundo, destaca o mercado brasileiro como um dos mais avançados em suas metas globais de sustentabilidade.

“Junto com nossos objetivos divulgados em 2021, também lançamos nossa visão para a indústria que propõe um trabalho em conjunto entre marcas, varejistas e fabricantes de embalagens de alumínio, para fazer com que estes recipientes atinjam um índice de reciclagem global de mais de 90% e uma média de conteúdo reciclado por embalagem de até 85%. O Brasil é um mercado que caminha à frente e serve como exemplo, com taxa de 100% de reciclagem e contribuindo para o marco que já alcançamos na América do Sul de, hoje, trabalharmos com latas produzidas com mais de 75% de alumínio reciclado por unidade”, declara Estevão Braga, Diretor de Sustentabilidade da Ball para América do Sul.

Recentemente, a empresa divulgou o seu Plano de Transição Climática para o cumprimento de metas 2030 e 2050, listando possíveis e cenários e ações para contribuir com um mundo mais sustentável em acordo, também, com o Pacto Global da ONU.

Como parte da cadeia, o consumidor assume um papel importante nesta jornada que, apesar de otimista, ainda tem um caminho a ser trilhado. Com cada vez mais categorias de bebidas disponíveis na latinha – como água, drinks, vinho, café, além dos já tradicionais sucos, refrigerantes, energéticos e cervejas –, uma simples decisão feita nos corredores do mercado pode significar um impacto positivo para uma cadeia que se mostra cada vez mais fortalecida, baseada em um material sustentável que permite a conciliação da vida humana com o meio ambiente de maneira saudável.

Fonte: Ball Corporation.

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Metrologistas: CFT define atribuições

Técnicos industriais que planejam, controlam e executam manutenção de sistemas e equipamentos e aplicam métodos e padrões de medição dispõem de resolução que normatiza o exercício da profissão.

A normativa do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT), de número 214/2023, entrou em vigor no dia 30 de março e estabelece, ainda, os campos de atuação e prerrogativas dos profissionais registrados no Sistema CFT/CRTs.

De acordo com o texto aprovado pelo plenário da autarquia federal, os profissionais que atuam no eixo de controle de processos industriais podem realizar ensaios em instrumentos de medição usados nas indústrias e a calibração de padrões nas áreas de acústica; vibrações, mecânica, elétrica, telecomunicações, térmica, química, materiais, óptica, vazão, temperatura e pressão.

Os profissionais devem aplicar o conhecimento prático e teórico em conformidade com as normas e com os padrões técnicos de qualidade, de saúde e segurança e de meio ambiente.

TERMO DE RESPONSABILIDADE

O presidente do CFT destaca que a resolução é mais uma iniciativa da autarquia federal em defesa da valorização da categoria e da própria sociedade. Solomar Rockembach ressalta que os registrados e habilitados no conselho de classe devem emitir o Termo de Responsabilidade (TRTs), documento que atesta a qualidade dos serviços prestados e por meio do qual os técnicos industriais assumem a responsabilidade civil e criminal pelos estudos e projetos elaborados, bem como pelos serviços prestados.

METROLOGIA NA INDÚSTRIA

No ambiente fabril, o técnico em Metrologia é responsável pelo planejamento e execução da manutenção preventiva, preditiva e corretiva em máquinas, equipamentos que compõem o ambiente de produção.

Essa foi a responsabilidade de Kaique Moura, que atuou como técnico na indústria de bebidas em Teresina, capital do Piauí. Ele conta que a atividade profissional englobava todo o processo produtivo.

“Todos estes equipamentos precisam de calibração porque é a partir da leitura deles que é feito o controle de pressão e temperatura da bebida. Eles interferem diretamente na qualidade final do produto envasado”, explica.

Após atuar como técnico, Moura avançou na formação e na carreira. Ele também tem formação técnica em Mecânica, e se graduou em Engenharia de Produção. “As minhas formações técnicas me deram conhecimentos específicos, que me ajudaram a ingressar na engenharia”, lembrou o profissional.

ITINETÁRIO FORMATIVO

“Meus estudos e a atuação profissional também ajudaram a desenvolver o hábito de ensinar, e eu ganhei um apreço pela docência, a qual pratico hoje”, completa Moura, que atualmente é professor do curso superior de Engenharia da Produção em uma instituição privada piauiense. “Agora eu tenho uma bagagem técnica e profissional que me permite explicar aos meus alunos como funciona na prática tudo o que ensino na sala de aula”, sublinha o professor.

A jornada profissional de Kaique Moura demonstra como o curso técnico também pode abrir portas para novas formações. O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) dispõe de sugestões dos chamados “itinerários formativos” para cada formação técnica. Na área de Metrologia, as sugestões vão desde certificações intermediárias em áreas como mecânico de instrumentos de precisão até o curso superior de engenharia mecânica.

“É sempre interessante o profissional técnico buscar se atualizar, buscar certificações, para se tornar um profissional mais qualificado, pois a qualificação abre mais portas no mercado de trabalho”, finaliza Kaique Moura.

A docência também é uma das prerrogativas asseguradas pela Resolução nº 214/2023, segunda a qual os profissionais formados e habilitados na área podem ministrar disciplinas técnicas de sua especialidade.

CURSO DE FORMAÇÃO

Segundo dados do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Técnica (SisTec), do Ministério da Educação (MEC), disponibilizados pelo CNCT, existem seis cursos da modalidade no Brasil. Um deles é o curso de Metrologia do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que começou em 1998 como uma parceria entre o Inmetro e a secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro.

Segundo o coordenador, Thiago de Oliveira Araújo, o curso passou por uma modernização em 2022 e atualmente é ministrado em parceria com o Instituto Federal Fluminense no distrito de Xerém, em Duque de Caxias. “Nestes 25 anos de atuação, formamos aproximadamente 400 alunos”, informou Araújo.

O curso, que tem duração de dois anos e carga horária de 1.920 horas é concomitante ao nível médio, permitindo o ingresso de alunos que tenham completado o primeiro ano e que receberão a certificação técnica junto com diploma de conclusão do ensino médio regular. “Alunos no terceiro ano ou mesmo já formados também podem se inscrever para ampliar sua formação e terem um diferencial para entrada ou recolocação no mercado de trabalho”, acrescenta o coordenador.

Segundo Araújo, o curso alia o aprendizado teórico à experiência nos laboratórios, tanto de ensino quanto os profissionais do Inmetro, onde estudantes têm contato com equipamentos comuns na indústria e, conforme avançam na formação, com equipamentos especializados de ponta.  O coordenador destaca, também, a elevada formação dos professores. “Todo o corpo docente de nosso curso é composto por pesquisadores que acompanham as atividades mundiais da metrologia oferecendo experiências práticas e acadêmicas muito ricas a nossos alunos”.

Araújo destaca, ainda, que um estudo realizado em 2021 aponta que 46% dos egressos já atuam ou atuaram em laboratórios de Metrologia da iniciativa privada, e 33% no setor público, além de outras ocupações. “Este curso tem um caráter transformador dentro da região de Xerém, motivando jovens dessa região a buscar uma profissão repleta de desafios e possibilidades”, finaliza o coordenador.

Fonte: Conselho Federal dos Técnicos Industriais.

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A importância do Kaizen

Na área de gestão empresarial, o conceito Kaizen está atrelado à melhoria contínua. Parte integrante do Lean Manufacturing, tem o objetivo de padronizar os processos de produção e obter os melhores resultados em todos os setores da empresa.

Quando esta cultura organizacional é entendida, reflete positivamente em tudo. Gera economia, ajuda a combater o desperdício e diminui custos, por exemplo. E, aqui na Pichinin – Acme Alliance, fazemos questão de manter este ciclo contínuo de melhoria.

Criado no Japão na década de 50, o Kaizen foi idealizado por Masaaki Imai, quando o país passava por grandes dificuldades econômicas. Implementado pela primeira vez no ano de 1986, pela Toyota, ganhou, depois, o mundo.

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