A produção de ligas mais leves de alumínio está entre os avanços do setor

Publicada norma técnica voltada para anodização em produtos de alumínio

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) informa a publicação de emenda e a consequente alteração na norma técnica ABNT NBR 12609, referência para a garantia da qualidade no que tange à anodização em produtos de alumínio utilizados no segmento da Construção Civil, um dos principais consumidores do metal.

A nova versão abrange melhorias quanto à aspectos de proteção e ensaio para a corrosão do alumínio, importantes requisitos para garantir a durabilidade de tais produtos.

Para conhecer a nova versão da ABNT NBR 12609 e outras normas técnicas, acesse o site ABNT Catálogo pelo link: https://www.abntcatalogo.com.br/.

BENEFÍCIOS NA PRÁTICA

A ABAL é representante da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) no que tange à normalização nacional do alumínio incluindo produtos, tratamentos de superfície, métodos de ensaio, entre outros assuntos. Em 1998, foi criado o ABNT/CB-035 Comitê Brasileiro do Alumínio com foco na legitimidade dos processos de normalização, garantindo a disponibilização de conteúdo técnico de qualidade e especificações adequadas.

Na prática, o trabalho de normalização conduzido pela ABAL proporciona diversos benefícios e estão relacionados a:

– Redução de custos: a padronização da oferta de produtos torna o comércio mais justo;

– Aumento da produtividade: auxilia na otimização de recursos empregados na fabricação e no fornecimento de produtos de alumínio;

– Comunicação assertiva: aumenta a confiabilidade das relações comerciais e de serviços;

– Maior qualidade na cadeia de fornecimento e consumo: assegura a qualidade mínima para produtos e serviços;

– Inovação: promove o desenvolvimento tecnológico e viabiliza a consolidação da tecnologia nacional.

A participação nas diversas Comissões de Estudo responsáveis pela elaboração e revisão de normas técnicas é livre e voluntária. Caso haja interesse em participar, entre em contato com a ABAL por meio do e-mail abal@abal.org.br.

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Alumínio e saúde

O alumínio está muito presente no nosso dia a dia e, às vezes, sequer notamos a sua existência. Na natureza, dentre todos os metais, o alumínio é o mais abundante, ou seja, ele constitui cerca de 8% de toda a crosta terrestre, sendo encontrado principalmente sob a forma de bauxita.

É correto, portanto, afirmar que estamos bem adaptados à vida em um ambiente rico em alumínio. Encontrado na natureza sob uma forma química estável, o elemento alumínio está presente no solo, na água, ou em alimentos – absorvidos pelas plantas.

O uso cada vez maior de produtos de alumínio – prova de sua importância para a vida moderna – está relacionado às suas propriedades naturais, como leveza, resistência à corrosão e alta condutividade térmica, que justificam a intensiva utilização do metal em embalagens e utensílios domésticos.

E não é apenas no ambiente externo que o alumínio nos é familiar. Sua ocorrência em todos os órgãos, tecidos e fluídos do corpo humano demonstra que o ser humano convive com o alumínio desde o seu nascimento.

Fonte: https://abal.org.br/

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Curiosidades sobre o alumínio

Metal leve, macio e resistente, o alumínio é muito indicado para mecanização e fundição. Além de ter uma excelente resistência à corrosão e durabilidade devido à camada protetora de óxido, é o segundo metal mais maleável (sendo o primeiro o ouro) e o sexto mais dúctil. Outra vantagem deste elemento químico é ser um bom condutor de calor.

O alumínio puro é mais dúctil em relação ao aço, porém suas ligas com pequenas quantidades de cobre, manganês, silício, magnésio e outros elementos apresentam uma grande quantidade de características adequadas às mais diversas aplicações. Estas ligas constituem o material principal para a produção de muitos componentes dos aviões e foguetes.

Quando se evapora o alumínio no vácuo, forma-se um revestimento que reflete tanto a luz visível como a infravermelha, sendo o processo mais utilizado para a fabricação de refletores automotivos, por exemplo. Como a capa de óxido que se forma impede a deterioração do revestimento, utiliza-se o alumínio para a fabricação de espelhos de telescópios, em substituição aos de prata.

Outros usos do alumínio são:

  • Meios de Transporte: como elementos estruturais em aviões, barcos, automóveis, bicicletas, tanques, blindagens e outros; na Europa tem sido utilizado com frequência para formar caixas de trens;
  • Embalagens: papel-alumínio, latas, embalagens Tetra Pak e outras;
  • Construção Civil: janelas, portas, divisórias, grades e outros;
  • Bens de Uso: utensílios de cozinha, ferramentas e outros;
  • Transmissão Elétrica: ainda que a condutibilidade elétrica do alumínio seja 60% menor que a do cobre, o seu uso em redes de transmissão elétricas de alta tensão é compensado pelo seu menor custo e densidade, permitindo maior distância entre as torres de transmissão, onde é aplicado revestindo um feixe de arame de aço que suporta a força de estiramento e deixa o conjunto insensível aos ventos;
  • Como Recipientes Criogênicos: até -200 °C e, no sentido oposto, para a fabricação de caldeiras;

DIVERSAS FORMAS

As ligas de alumínio assumem diversas formas como a duralumínio.
Descobriu-se também, recentemente, que ligas de gálio-alumínio, em contato com água, produzem uma reação química dando como resultado hidrogênio, por impedir a formação de camada protetora (passivadora) de óxido de alumínio e fazendo o alumínio se comportar similarmente a um metal alcalino como o sódio ou o potássio.
Tal propriedade é pesquisada como fonte de hidrogênio para motores, em substituição aos derivados de petróleo e outros combustíveis de motores de combustão interna.

Fonte: Wikipédia.

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Alumínio

Alumínio: consumo de produtos cresce 10,9% em 2021, revela Abal

Segundo dados da Associação Brasileira de Alumínio (Abal), o consumo de produtos de alumínio no Brasil somou 1.583,9 mil toneladas em 2021, um aumento de 10,9% sobre 2020, e o maior volume registrado desde o início da apuração, em 1972.

Do total, 88% dos produtos de alumínio (ou 1.393,4 mil toneladas) foram produzidos no Brasil em 2021, um crescimento de 10,6% em relação ano anterior. As importações acompanharam a alta com crescimento de 12,7% ante o ano de 2020.

“O resultado histórico, que ultrapassa inclusive os patamares pré-pandemia, demonstra a resiliência do setor do alumínio nacional, que segue investindo no crescimento de forma sólida e sustentável, mesmo em cenários desafiadores”, diz Janaina Donas, presidente-executiva da Abal.

Com exceção do segmento de cabos e de pó de alumínio, únicos a registrarem queda no consumo em 2021, todos os demais produtos apresentaram desempenho positivo quando comparados a 2020. O destaque ficou para o volume recorde de consumo de chapas, de 800,6 mil toneladas (+16,2%). O crescimento reflete o vigor do segmento de embalagens, que respondeu por mais de 40% do volume de produtos de alumínio consumidos.

A projeção da Abal continua sendo positiva para o consumo interno de produtos de alumínio: crescimento de 4,9% em relação a 2021, totalizando 1.662 mil toneladas, o que seria um novo recorde para o setor.

“A indústria brasileira de alumínio está preparada para responder ao aumento da demanda e seguirá investindo para ampliar a sua capacidade de produção. O setor prevê, até 2025, um aporte aproximado de R$ 30 bilhões para a construção de novas plantas industriais e a modernização das já existentes; diversificação da matriz energética e aumento da autogeração de energia, dentre outras ações”, conclui Janaina Donas.

CONSUMO INTERNO DE PRODUTOS TRANSFORMADOS EM ALUMÍNIO POR SEGMENTO, EM 2021

Os Laminados somaram 889,1 mil toneladas, com crescimento de 14,9% em relação a 2020 (773,5 mil toneladas), seguidos pelos Extrudados, 245,8 mil toneladas, com crescimento de 17,2% em relação a 2020 (209,7 mil toneladas); Cabos, com 180,8 mil toneladas, com queda de 15,1% em relação a 2020 (212,9 mil toneladas); Fundidos, com 157,8 mil toneladas, com crescimento de 16,7% em relação a 2020 (135,2 mil toneladas); Pó, um total de 25,6 mil toneladas, com queda de 5,2% em relação a 2020 (27 mil toneladas); Destrutivos, um volume total de 42,9 mil toneladas, com crescimento de 16,3% em relação a 2020 (36,9 mil toneladas); e outros, com 41,9 mil toneladas, crescimento de 25,1% em relação a 2020 (33,5 mil toneladas).

Fonte: Brasil 61

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Marcamos presença na Agrishow 2022

A Multinacional Pichinin marcou presença na Agrishow 2022, que aconteceu de 25 a 29 de abril, na cidade de Ribeirão Preto. Considerada a maior feira do segmento, nossos representantes conferiram os lançamentos e prospectaram novos negócios. O que foi sensacional. Isso porque a #Pichinin está alinhada e preparada para suprir a demanda do setor. 

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